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| O PAC (Pilates Australia Control) |
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Sabemos hoje da grande importância de um bom controle da musculatura profunda abdominal, pélvica e “paravertebral” para estabilização do corpo, esse conhecimento teve início com os estudos de Paul Hodges, Gwen Jull, Julie Hides e Carolyn Richardson na década de 90 na Queensland University, Austrália.
O termo Estabilização Segmentar Vertebral foi popularizado por Paul Hodges e Carolyn Richardson, após publicação de seu 1° trabalho em 1996 (Hodges e Richardson, 1996). A boa interação entre os músculos Transverso do Abdômen, Multífido Lombar, Diafragma e músculos do Assoalho Pélvico tem um importante papel para um controle neuromuscular e estabilização ideal da coluna.
A realização de um trabalho específico para coordenação e fortalecimento dessa musculatura traz benefícios reconhecidos não somente para melhora de disfunções da coluna lombar, mas também na prevenção e na manutenção da melhora a longo prazo. Além disso, a estabilidade dinâmica desses músculos também pode levar à redução da incontinência urinária, devido à importante interação existente entre o músculo transverso do abdômen e a musculatura do assoalho pélvico (OPTP, 2004).
Baseada nessas e em outras recentes descobertas científicas, Debbie Creamer, após seu mestrado realizado na Queensland University, Austrália, desenvolveu em 2004 uma abordagem inovadora e única do método Pilates (Pilates Australia Control), unindo os ensinamentos tradicionais do método às recentes descobertas sobre Estabilização Segmentar Vertebral e à importância da reabilitação baseada em evidências, surgiu assim o método Pilates Australia Control (PAC).
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Figura 4 – Uso da unidade pressórica para feedback e aprendizado do controle proprioceptivo da região lombar e pélvica (imagem cedida por Debbie Creamer). |
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Além de uma abordagem atual, Debbie Creamer agregou reprodutibilidade ao método Pilates, desenvolvendo uma avaliação exclusiva que, por meio de informações qualitativas e quantitativas, permite ao fisioterapeuta eleger exercícios terapêuticos específicos para seu paciente, bem como reavaliá-lo e usar esses dados para comparação. Dessa maneira, a mentora do PAC criou uma ferramenta útil e importante para aumento da segurança e redução do empirismo no dia a dia do profissional de reabilitação. |
Em 2008 somou-se ao método e ao material o conhecimento oriundo da grande experiência do fisioterapeuta José Vicente Martins na área de Neurologia e das fisioterapeutas Carla Danielle Chagas e Alessandra Dantas na área de reabilitação musculoesquelética. A união do conhecimento de fisioterapeutas comprometidos com o embasamento científico e a prática clínica faz com que o PAC seja um método voltado essencialmente para reabilitação, abrangendo inclusive pacientes com patologias neurológicas, reunindo exercícios voltados para disfunções musculoesqueléticas mais comuns da prática clínica, escolhidos e individualizados a partir da avaliação desenvolvida por Debbie Creamer.
Investimento Turma Rio de Janeiro
R$ 3.944,00 (à vista ou parcelado em até 10 vezes sem juros)
Investimento Turma Belém
R$ 5.478,00 (à vista ou parcelado em até 10 vezes sem juros)
*Investimento inclui Estágio Supervisionado.
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