Trilhos Anatômicos - Conceito de tratamento Miofascial
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Trilhos Anatômicos (trilhos miofasciais), acredita na interação entre músculos individuais formando os complexos funcionais, cada uma com uma anatomia e significado. O conhecimento dos Trilhos Anatômicos possibilita aos profissionais da saúde uma nova estratégia holística para tratamento dos complexos posturais e dos padrões de movimento.

Meridianos dos Trilhos Anatômicos nos dá uma nova compreensão dos padrões do corpo como um todo, em postura e função –  o elo de ligação entre movimento e estabilidade. Compreender a “Linha Superficial Posterior” como um todo por exemplo, nos dá mais perspectivas  sobre os problemas dos Ísquiostibiais, do que considerá-lo apenas como uma parte. A “Linha Espiral” demonstra como resolver compensações rotacionais como nenhuma análise de um único músculo daria.

O estudo dos Trilhos Anatômicos é uma investigação sobre a forma e o formato, como nós desenvolvemos nossos padrões e os limites de mudança e desenvolvimento com essa "in-formação".

De uma célula individual ao contexto social e cultural, nós estamos interessados na "morfogenesis", na "morfoestase" e "morfocinesis", como nos adaptamos, como ficamos presos e como nós maturamos a forma e como saímos destas restrições.

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Anatomy and biomechanics of psoas major
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Body Language
 
 
 
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Outros Vídeos:
The Deep Front Line - in all its glory!
Superficial Back Line
The Lateral Line
The Upper Spiral Line
 
 

Um breve Histórico sobre Trilhos Anatômicos - Por Tom Mayers

“Eu desenvolvi os Trilhos Anatômicos na década de 90, quando ensinava Anatomia Fascial no Instituto Rolf. Todos os livros se baseiam na teoria de um único músculo, mas Ida Rolf sempre falou, “Está tudo conectado através da fáscia”. Ao invés de propagar essa idéia, como tornarmos isso real?

"Como um exercício para sedimentar o conhecimento do aluno, comecei a juntar os músculos através das fáscias. Essa idéia foi iniciada pelo Dr. Jim Oschman que me deu um artigo do Raymond Dart, antropologista e aluno da técnica de Alexander, que ligava os músculos ao tronco com uma arrumação espiral dupla (que é mostrada aqui como parte da Linha Espiral), usando isso como base, eu expandi a idéia de Dart para o corpo todo para ajudar os alunos a enxergar as conexões, a partir das tiras dos músculos – qualquer lugar, em qualquer posição, numa linha mais ou menos reta.

"Após algumas interações práticas, todo projeto ficou tão interessante, que eu comecei a sistematizar essas conexões com a ajuda da minha amiga Annie Wyman, as imagens das Linhas começaram a ficar mais claras. Eu comecei a ver as Linhas durante as avaliações com meus pacientes e utilizá-las para construir as sessões de atendimento."

"O movimento para publicação foi uma coincidência feliz. Um dos meus alunos (nos meus anos iniciais como massagista em Maine) amou essas linhas e disse: “Vou para o Havaí ensinar essas linhas aos alunos de Lee Joseph” (escola de integração estrutural), então eu percebi que se fosse assumir legalmente essa idéia teria que fazer bem feito, precisava escrever. Nesse mesmo tempo Leon Chaitow, N.D., D.O. iniciou a revista Journal of Bodywork and Movement Therapies, e solicitava na época artigos para serem incluídos.

"Esses artigos originais se mostraram tão populares que a Churchill Livingstone (que foi englobada pela Harcourt, que por sua vez foi englobada pela Elsevier) me pediu para escrever um livro. Esse livro foi publicado em 2001 e foi traduzido para diversas línguas: Alemão, Italiano, Coreano, Japonês, Russo, Chinês, Português entre outras.

"Após a publicação original, encontrei interações de ideias similares nos meridianos de acupuntura, em trabalhos de um anatomista alemão, desenhos de Leonardo da Vinci assim como também no trabalho da Françoise Meziére na França. "Depois, me dei conta de que o esquema dos Trilhos Anatômicos oferecia uma lente lógica da visão da receita das 10 sessões de Integração Estrutural de Ida Rolf. Em outras palavras, a receita poderia ser sutilmente reconfigurada para se desdobrar através da liberação progressiva dessas linhas. Então, Integração Miofascial Cinesio ou Kinesis Myofascial Integration (KMI) nasceu.

SURGIRAM ASSIM OS TRILHOS ANATÔMICOS

 
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